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Newsletter - Abril 2020

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PROJETO EXPOSITIVO


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JOIAS E/OU OBJETOS DE PROTEÇÃO PARA O SÉCULO XXI (PARTE 2)

Na newsletter do mês passado, a PIN desafiou os seus membros e alguns convidados, a desenvolverem um novo trabalho que refletisse sobre o aspecto talismânico e/ou protetor da joia e essa sua intenção e sentido no século XXI. Sugeriu que os novos trabalhos fossem realizadas a partir das restrições de confinamento em que nos encontramos — eventualmente, a partir de casa e das possibilidades que cada um conseguir gerir. Sublinhou ainda que todos os materiais e formatos são possíveis.

Este mês, é com alegria que informamos que o MUDE – Museu do Design e da Moda se associa a este projeto «pela atualidade do tema e pela promoção de novas linhas de reflexão e trabalho». Bárbara Coutinho, diretora do MUDE, refere ainda que «continuamos, assim, a divulgar a joalharia contemporânea em Portugal, esperando que esta oportunidade origine um debate alargado e intergeracional sobre as várias dimensões da joia na sua relação com o corpo, enquanto adorno, amuleto ou proteção».

Assim, em julho, o MUDE, realizará, no seu site e em parceria com a PIN, uma exposição virtual com os trabalhos apresentados e publicará o respetivo catálogo digital.

Este projeto expositivo é o primeiro passo para a I Bienal Internacional de Joalharia Contemporânea a decorrer em Lisboa, em setembro de 2021, com a organização da PIN, do MUDE – Museu do Design e da Moda e do Museu de São Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa [Membro Museu PIN] como principais parceiros. Está previsto que a exposição resultante deste projeto venha a ter lugar na Galeria de Exposições Temporárias do Museu de São Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa [Membro Museu PIN], que se associa também a este projeto pela pertinência do tema, em total afinidade com o contexto. Para além desta exposição, a programação da Bienal integrará uma exposição retrospetiva sobre a obra de joalharia de um artista português e um colóquio internacional, que convocará uma série de oradores de várias disciplinas a refletir sobre o tema.

No seguimento da newsletter anterior, a PIN desafiou mais alguns membros a escreverem sobre uma joia/objeto a que atribuam, hoje, ou a que tenha sido atribuído no passado, essa intenção protetora.

© Museu de São Roque invº Or. 402

Teresa Morna, diretora do Museu de São Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa [Membro Museu PIN] elege como objeto protetor a Bola de âmbar do caixão de São Francisco Xavier que, juntamente com outras relíquias sagradas e uma casula de São Francisco Xavier, integra o cofre-relicário de São Francisco Xavier produzido entre 1686 e 1690 por encomenda do então governador de Goa, D. Rodrigo da Costa e doado ao Museu de São Roque, no ano de 2009, por Teresa Maria Mendia de Castro.

Teresa Morna refere que «o Estado Português da Índia não constituiu exceção às sucessivas vagas de pandemias que atingiram o nosso planeta. A partir de finais do século XVII, várias epidemias assolaram a antiga cidade de Velha Goa e o porto do rio Mandovi, que passou a ser inadequado para os navios mais modernos. A tal ponto que o vice-rei se muda para Pangim (Nova Goa) em 1759 e, em 1843, Velha Goa perde o estatuto oficial de capital.

Proveniente de Goa, esta pedra resinada encontra-se protegida por um invólucro em filigrana de prata.

Ao longo da História, alguns materiais perfumados eram usados na expectativa de purificarem os “maus ares”, pelas suas qualidades mágicas e curativas, como o caso do âmbar, por muitos visto como um símbolo da alegria e da saúde.

Desde há milhares de anos que as pessoas ficavam fascinadas pelas extraordinárias e inexplicáveis propriedades das contas douradas encontradas nas praias e nas florestas costeiras.

Quando atirada ao fogo, a pedra de âmbar emitia um agradável cheiro de resina e fumo aromático e, quando esfregada, atraía para si leves partículas.»

Conclui referindo «Não admira que o homem tenha começado a atribuir poderes mágicos ao âmbar, elevando estas pequenas pedras a joias, adornos e objetos sagrados, muitas vezes preservadas no interior de materiais nobres, como a prata, o ouro e o cristal de rocha.»

© Dulce Ferraz

O historiador Rui Afonso Santos [Membro Honorário PIN] cita as «joias de pousar» de Dulce Ferraz [Membro PIN] que integram o projeto Abaixo das Nuvens, a expor brevemente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, em Lisboa, pelo seu caráter contemplativo inerente às referências poéticas e naturais imperativas ao momento presente.

Para Afonso Santos, «O território, e a marca da intervenção humana nele, tem sido objecto primacial de pesquisa conceptual e formal na produção de Dulce Ferraz.

As suas delicadas jóias, de raríssima marca nipónica nas artes visuais portuguesas, possuem igualmente uma marca poética notável. A sua mais recente produção, intitulada Abaixo das Nuvens, cruza, além destas referências, uma marca temporal de cariz afectivo e vivencial e uma particular aproximação escultural à Natureza, absolutamente fulcral nos conturbados tempos que vivemos.

São jóias de pousar, que apresentam, também, a eficácia essencial de um Haiku.»

© Dulce Ferraz

Também de influência nipónica, Kodama, de Marta Costa Reis [Membro PIN], são uma série de dezessete pequenas peças independentes e distintas, de dimensões variáveis, que deverão ser usadas cosidas por dentro da roupa, tal como acontecia com alguns amuletos tradicionais no Japão. A artista refere que são «amuletos contra o mal do mundo. Não contra um medo em particular mas sim como protecção face à banalidade do mal, usando como inspiração as protecções de espadas japonesas tradicionalmente feitas em mokume gane e à imagem dos espíritos da floresta (kodama) tal como aparecem retratados no filme Princesa Mononoke dos Estúdios Gibli. Sendo puros espíritos, alheios à dimensão humana, são algo estranhos, por vezes assustadores na sua total inocência.»

© Marta Costa Reis

Em contraponto aos Adereços de Quotidiano no Ano de 2020 de Marília Maria Mira e aos Respiradores de Inês Nunes, que referimos na newsletter anterior, lembramos como, em 1953, as capas de gás excedentes da guerra eram usadas na tentativa de evitar os efeitos pungentes da poluição atmosférica que envolvia a cidade de Filadélfia.

© AP/Direitos Reservados

Lembramos que o prazo para envio — para pin@pin.pt  da imagem do projeto desenvolvido termina no dia 30 de maio de 2020.

A imagem(s) deverá vir acompanhada de uma breve sinopse e respetiva legenda que inclua: título, função, materiais, dimensões e créditos fotográficos.

A PIN reserva o direito de não aceitar trabalhos que não correspondam ao repto lançado e/ou se a imagem fotográfica que o documente não tiver qualidade.

 

Webgrafia

Referida na newsletter do Museu de São Roque sobre Relíquias e Relicários:

João Pedro Pincha, “A história lisboeta de S. Roque, que se isolou para não contagiar os outros”.
In https://www:publico.pt/2020/03/22/local/noticia/historia-lisboeta-s-roque-isolou-nao-contagiar-1908782?fbclid=IwAR0MHLOFB1g7dOyOvyhAPOFEJYOn9I3kbAW8WyDYYSGQl8aTrIQAKZ83Pw8 (26/04/2020, 14h53)

Exposição Virtual «Relics And Reliquaries of São Roque».
In https://artsandculture.google:com/exhibit/relics-and-reliquaries-of-s%C3%A3o-roque%C2%A0/KwIi6yXoj_NsJA (26/04/2020, 15h23)

António Meira, Relíquias e Relicários do Museu de São Roque/Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
In
mkt.scml:pt/go/1506ab5be5-4b2f02b057a563b61cb55762849b5e9952a51b6efe1zx3elps
NedGeSwqv (26/4/2020, 15h30)


Artigo online sobre a exposição «Magia, Anjos e Demónios na Tradição Judaica» que decorreu, em 2015,  no Museu de Arte e História do Judaísmo,  em Paris:

«A Arte dos Amuletos Judaicos». In Morashá, revista online. Dezembro 2015, ed. 90. http://www:morasha.com.br/arte-e-cultura/a-arte-dos-amuletos-judaicos.html

 

Bibliografia:

Gideon Bohak, Ancient Jewish Magic. A History, Londres: Cambridge University Press, 2008.

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CURSOS


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ENSAIOS


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«ENTRE A RAZÃO E O SENTIMENTO:
ANA ALBUQUERQUE, UMA JOALHEIRA CONTEMPORÂNEA DO RENASCIMENTO»
ENSAIO POR ISABEL RIBEIRO DE ALBUQUERQUE [MEMBRO PIN]

O percurso de aprendizagem e a prática artística de Ana Albuquerque [Membro PIN] aproximam-na dos ourives do Renascimento. É uma obra que oscila entre a razão e o sentimento, cujo léxico se apoia na escala, estrutura, forma, tensão, gravidade (peso e movimento), materiais, textura, acabamento e na relação com o corpo, quer seja na peça única ou no múltiplo. Inserido no Congresso CSO' 2020 Criadores sobre outros artistas, da Faculdades de Belas-Artes de Lisboa, em 6 de abril de 2020, em Lisboa, Portugal.

Leia o artigo completo AQUI.

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PUBLICAÇÕES


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KADRI MÄLK HUNT BOOK, «A GRAMMAR OF AFFECTS»
RECENSÃO E ENTREVISTA POR CRISTINA FILIPE [MEMBRO PIN]


O livro Hunt: Kadri Mälk’s Jewellery Collection, da artista estoniana Kadri Mälk, foi apresentado pela primeira vez ao público em Munique, no dia 14 de março passado, e é a terceira publicação da autora em colaboração com a editora arnoldsche Art Publishers. O livro reúne algumas das obras que constituem a coleção de joalharia que a autora iniciou na década de 1990. Apresenta 189 joias de 127 artistas e convida 105 pessoas a serem retratadas com as joias eleitas. [...] De Portugal, Hunt: Kadri Mälk’s Jewellery Collection integra joias de Manuel Vilhena (2011), Ana Cardim (2018), Inês Nunes (2018), Carla Castiajo (2014-2018), Lidija Kolovrat (2019) e mostra, acidentalmente, uma obra de minha autoria (2008). Paula Crespo e Cristina Filipe foram convidadas a usarem joias de Ana Cardim e Inês Nunes, e de Darja Popolitova e Deganit Stern Schoken, respetivamente.

Leia o artigo completo AQUI.

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«Ao folhear, vamos descobrindo, a pouco e pouco, o trabalho de cada artista e exemplos de projetos da PIN. À medida que o tempo passa vão-se abrindo as páginas, deixando a descoberto as várias joias, marcando o tempo. É também uma forma de saber a semana em que se está: o que abriu, já passou; o que ficou por abrir, está para vir.»

AGENDA PIN 2020 | 15 ANOS

Como sabem, a PIN realizou este ano a 6.ª edição da sua agenda em celebração dos 15 anos da associação.

Texto: «15 Anos da PIN», por Madalena Braz Teixeira.
Participam: Abdenur Lúcia, BR Albuquerque Ana, PT Ar.Co [Sousa Joana, PT] Castro Paula, PT Ferraz Dulce, PT Filipe Cristina, PT Frias Sandra Manin, BR Mira Marília Maria, PT Moreira Ana, PT Museu de São Roque [Sarmento João, PT] Nobre Zélia, PT Oliveira Maria José, PT Ribeiro Isa Duarte, PT Ruthner Rudolf, BR Silva Diana, PT Sociedade Nacional de Belas-Artes, PT Sousa Manuela, PT Torres Luís, PT. Destaque: imagens dos 15 anos de atividades da PIN. Design: Ilhas Studio.


Embora seja um pequena edição, sustentada e dividida pelos participantes, a PIN dispõe ainda de alguns exemplares. Todos os membros que não tenham participado, e outros que queiram adquirir um exemplar, poderão fazer a reserva junto da PIN ou de alguns dos participantes.

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NOTÍCIAS


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NOVAS PEÇAS DE JOALHARIA CONTEMPORÂNEA NO ACERVO DO MUDE

Em 2019, foram incorporadas mais de 300 novas peças no acervo do MUDE. Sublinhamos a relevância da constituição de uma coleção de joalharia contemporânea em Portugal que represente diferentes gerações de autores. Esta nova fase da política de incorporações reforça a dimensão do MUDE como museu de todas as expressões do design. Este facto tem também um particular significado museológico, uma vez que se trata da primeira coleção pública existente em Portugal sobre esta área de criação. Entre os autores que passaram a estar representados na coleção do MUDE, encontram-se Tereza Seabra [Membro Honorário PIN], Paula Crespo, Maria José Oliveira [Membro PIN], Teresa Milheiro, Filomeno [Membro Honorário PIN], Leonor Hipólito, Manuel Vilhena, Olga Noronha, Inês Nunes [Membro PIN] e Manuela Sousa [Membro PIN].

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PODCASTS


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JEWELRY JOURNEY PODCAST

Já está disponível online o podcast Going Inside MUDE: Portugal's Only Museum of Design, realizado por Sharon Berman, com Bárbara Coutinho (Diretora do Museu do Design e da Moda de Lisboa), sobre a criação de uma coleção de moda e joalharia com um forte foco no design português. Pode-se ouvir AQUI.

«Sharon Berman is a passionate jewelry collector [...] on the Board of Art Jewelry Forum, and is a member of the Association for the Study of Jewelry & Related Arts, American Society of Jewelry Historians, Society of Jewellery Historians and Society of North American Goldsmiths.»

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APOIOS


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PLANO NACIONAL DAS ARTES

Já estão disponíveis online no sítio do Plano Nacional das Artes, todos os apoios à cultura referentes à época que se atravessa da pandemia, bem como recursos educativos para o apoio de professores, pais e alunos no que se refere à arte, património e cultura.

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OPEN CALLS


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MARVELOUS ARTS MAGAZINE

Decorre até 13 de maio de 2020 o prazo para a apresentação de candidaturas à 1.ª edição da revista Marvelous Art Magazine, da Marvelous Art Gallery.  Para esta primeira edição é pedido a escritores e artistas que apresentem trabalhos surrealistas sobre as suas obras.

Os trabalhos selecionados constarão do website da Marvelous Art Magazine, com divulgação nas redes sociais associadas.  São permitidas todas as técnicas artísticas, nomeadamente pintura, desenho, escrita, escultura, cerâmica, gravura, fotografia, têxtil, instalação, mixed media, digital, filme (apenas jpg e com link para vídeo), etc.

Para mais informações, nomeadamente candidaturas online, formatação das propostas (doc, docx e rtf) e dimensão dos trabalhos, entre outras, envie email para marvelousartgallery@gmail.com.

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ART JEWELRY NIGHT BUDAPEST COMPETITION 2020

Budapest Jewellery Week por Ékszerek Éjszakája Budapest (com a contribuição da organização sem fins lucrativos FISE) anuncia uma Open Call com o título 0-. A competição é aberta a designers, joalheiros, artistas que trabalham em qualquer área, mas cujo trabalho está relacionado com o design de joias, e também a estudantes de joalharia.

Candidaturas até 18 de junho de 2020.
Mais informações AQUI.

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CONCURSOS


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12.º CONCURSO DE OURIVESARIA 2020 CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE AMÁLIA RODRIGUES 

Na 12.ª edição do concurso anual da APIO — Associação Portuguesa da Indústria de Ourivesaria, a direção desta associação deliberou que este ano seria dedicado ao «Centenário do Nascimento de Amália Rodrigues», associando-se às comemorações do centenário do nascimento desta artista, reconhecendo a sua importância no meio cultural e artístico nacional e internacional.

O vencedor será premiado com 500 euros.

As obras poderão englobar todo o tipo de matéria-prima, havendo a obrigatoriedade de ter uma componente de um metal nobre.

O concurso está aberto a todos os associados e profissionais do setor, estudantes e formandos de cursos de ourivesaria.

São aceites até um máximo de três peças por participante, contando cada peça como uma candidatura.

Prazo das candidaturas: 15 de junho – 11 de setembro de 2020.

Consulte toda a informação necessária AQUI.

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MEMBRO PIN EM DESTAQUE


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DIANA SILVA

«Diana Silva constrói os objectos ao mesmo tempo que, de forma reflexiva, constrói uma narrativa de vida. A construção de si passa pela transformação da matéria e pelos objectos que daí resultam. Os colares que são veias tricotadas, o Vestido de látex que se usa como uma segunda pele, os relicários que contêm pequenos objectos, os anéis de ardósia para usar no funeral, todos esses objectos são uma espécie de transformação da subjectividade em matéria. Ao fazê-los, a autora trabalha as emoções e as transformações do eu, transforma acontecimentos em memória e prepara-se para o confronto com a morte. Ao ler os textos que Diana Silva escreve sobre as suas peças, fica-se com a sensação de que é essa passagem sobre a matéria que lhe permite reordenar, incessantemente, a sua subjectividade.»

Filomena Silvano

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SUGESTÕES


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MANUELA SOUSA [MEMBRO PIN] SUGERE...
''ESTAR EM CASA'' DE ADÍLIA LOPES


Depois de Bandolim e Manhã, Estar em Casa é o mais recente livro de poesia de Adília Lopes, que completa esta trilogia de forte componente autobiográfica e acompanhada de fotos incluídas pela autora. Agora na sua 2.ª edição, revista e aumentada.
ISBN: 978-972-37-2120-1, Edição/reimpressão: Março de 2020, Editor: Assírio & Alvim.

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PIN · Alameda das Linhas de Torres 23 · Lisboa 1750-139 · Portugal

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